domingo, 21 de outubro de 2007

Mas o que exatamente é Lusofonia?

Lusofonia é o conjunto de identidades culturais existentes em países falantes da língua portuguesa como Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e por diversas pessoas e comunidades em todo o mundo. Alguns grupos reintegracionistas reclamam que a Galiza também faz parte da lusofonia.
"Lusofonia" é a designação da comunidade internacional de todos os falantes da língua portuguesa, quer seja esta a sua língua materna, como na Europa e na América do Sul (no Brasil), quer seja uma herança da época colonial, como no caso das antigas colônias portuguesas na África (Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola e Moçambique) e na Ásia (Timor Leste, Goa e Macau). Neste contexto, "Luso" significa (como em "lusitano") "português", porque, segundo a tradição, os portugueses consideram o Luso romano, filho do deus Baco, o pai mitológico da nação. Por esta mesma razão, Luís de Camões deu o título Os Lusíadas ao seu grande poema épico de 1572.
No mundo lusófono de hoje, o termo "lusofonia" emprega-se em sentidos e âmbitos diferentes (social, cultural e politicamente), não tendo adquirido a mesma


O que é um país lusófono?

LUSÓFONO
[Var. pros. de lusofono.] Adj. S. m. 1. Diz-se de, ou país, ou povo, ou indivíduo, etc. que fala português, ou que tem o português como língua (3): "[o 6º Congresso da Associação Internacional de Lusitanistas] com 600 pessoas se reunindo para debater e discutir a literatura, a língua e a cultura dos sete países que compõem a comunidade lusófona mundial -- Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe." (Cecília Costa, em O Globo, 7.8.1999).. [A melhor f. é lusofono, mas o uso consagrou lusófono; v. -fono.]


Quem foram os primeiros signatários desta comunidade, onde foi firmado o acordo que deu origem à ela e quais seus principais objetivos?

Ao processo de formação do Império Colonial Português foram motivos de ordem econômica e político-estratégica que presidiram, aliados a uma certa curiosidade cultural e científica e a um intento de evangelização. Neste contexto, nem sempre o respeito pela identidade do indígena prevaleceu, mas deve, em todo o caso, reconhecer-se a coragem necessária ao enfrentar do desconhecido, que permitiu aos descobridores, exploradores e colonos a criação de alianças e fraternidades, transformando e deixando-se transformar. Do contacto com os povos encontrados resultou um forte intercâmbio de produtos, costumes, técnicas, conhecimentos (de medicina, náutica, biologia, etc.), bem como uma interpenetração mais profunda através da miscigenação.

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